Screencaster Mostrando conhecimento


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    Conheça um pouco do que se pode fazer com HTML 5 e CSS3

    Recentemente tenho estudado algumas novidades do HTML5 e CSS3, mais especificamente voltados para o desenvolvimento focado no webkit (Safari, Chrome, iPhone, etc).

    Confesso que eu mesmo fiquei impressionado com a capacidade que estas tecnologias têm, e estou me aprofundando cada vez mais.

    Neste vídeo eu mostro um pouco (muito pouco) do que pode ser feito até agora com HTML5 e CSS3 no webkit:

    Estarei postando alguns tutoriais a respeito assim que possível.

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    Dicas para não precisar de aspirina no seu próximo projeto web

    Sem muito papo e muita enrolação, seguindo os moldes do meu último “post happy-list”, vamos à lista da felicidade para não precisar passar na farmácia por causa de um projeto, especialmente um sistema, web.

    1 - Pegar sistema “pela metade” pra completar, nem pensar!

    Eu juro pra vocês que estou neste momento terminando um sistema que se encaixa neste item. Mas estou porque é para alguém conhecido, apenas como uma ajuda, porque isto dá uma dor de cabeça dos infernos! Analise comigo: o tiozinho liga para você, ele tem um “sisteminha”que o sobrinho dele começou a fazer mas não conseguiu terminar, e pergunta se você pode terminar o sistema. O que você responde? “Sim, é claro”… NÃO! Repita comigo: Não! Não pegue sistema pela metade pra completar, isto é suicídio. Imagina pegar um sistema com modelo de dados mal-projetados, que não seguem nenhum tipo de padrão ou convenção, telas todas geradas com tabelas por um WYSIWYG qualquer, controllers sem identação e com nomes de variáveis tipo $incredibleCrazyHugeNameVariable, e por aí vai… segue aqui para o divertimento de vocês uma pequena demonstração da estrutura de um banco de dados que eu vi em um sistema escrito por um maluco estripador programador:

    Trata-se de uma tabela com cidades. Começamos com o campo de id, que em vez de simplesmente id, é chamado de id_Cid. Então vemos o campo nome, que em vez de nome se chama nom_cidade, e finalmente o pa_ID que é, certamente, o ID do país… não! É o ID do estado! Está aí um belo exemplo de tabela mal-projetada. Seria correto fazer id,nome,estado_id, ou então id_Cid,nome_Cid e estado_id_Cid, mas não esta mistura sem nexo nenhum.

    2 - “E se isso”, “e se aquilo”…

    “E se o usuário clicar aqui primeiro e não alí?”, “E se o site estiver fora do ar?”, “E se eu desistir do sistema e quiser todo o meu dinheiro de volta?”… existem pessoas e clientes que gostam de ficar imaginando situações-exceção em vez de imaginar as situações que ocorrem todos os dias no uso de um sistema. Cuidado com os “e se(s)”, eles podem lhe render horas a mais de programação para uma funcionalidade/exceção que nem 0,1% dos seus usuários vão notar, e ao mesmo tempo tirar uma funcionalidade/recurso que 99,9% dos seus usuários sentirão falta.

    3 - “Okay, daqui á 6 meses te mostro o sistema funcionando”

    Aí está mais uma prática suicida. Depois destes 6 meses você mostra o sistema e ele não era nada do que o cliente imaginava. Por favor, divida o desenvolvimento de um sistema ou site grande em partes menores para que você não passe por isso. Não trabalhe mais que duas semanas sem perguntar para o cliente se está okay até o momento. Pense comigo: se tiver algum problema ou algo que não estiver de acordo com a expectativa do cliente, o que é melhor: refazer 6 meses ou refazer 2 semanas de trabalho?

    4 - “Quero um efeito igual ao do Exterminador do Futuro 2″

    Esta é clássica: o cliente chega e exige um monte de efeitos e firulas inúteis que só vão te dar mais trabalho e não vão acrescentar em nada (além de kbytes) no site/sistema dele. Minha dica: tente convencê-lo de que isto não vale a pena, se não tiver jeito e você realmente precisar fazer, cobre (e caro) por isso, afinal na maioria das vezes quando somos obrigados a fazer algo do tipo, o site não fica bom o suficiente para o portfólio.

    Aí estão algumas das minhas dicas para poder dispensar a aspirina? Quais são as suas? Podem recomendar algum outro remédio, caso a aspirina não esteja adiantando :D

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    Ruby on Rails #10 - Buscando no banco de dados / Routes personalizadas

    Seguindo com nossa série de vídeo-tutoriais sobre Ruby on Rails, hoje vamos ver como criar rotas (routes) personalizadas na nossa aplicação (mesmo usando map.resources), e também como realizar uma busca por dados no banco de dados (busca neste caso estilo Google,  ”search” mesmo).

    icon for podpress  H.264 720p HD: Download (632)

    Espero que a série esteja sendo útil para vocês, e aguardo feedbacks sobre este vídeo e o que vocês gostariam de ver nos próximos. Não deixem de comentar com suas sugestões ;)

  • 9

    Algumas verdades sobre a entrada de alguém no mercado web

    Bom dia, boa tarde, boa noite caros leitores. Fazia tempo que eu não parava pra escrever um pequeno artigo em texto. Inspirado por este tópico no fórum iMasters, resolvi listar aqui algumas das coisas pelas quais, provavelmente, todo iniciante no mercado de desenvolvimento web vai passar. Aí vai a lista:

    1 - Seu primeiro trabalho pra alguém vai sair de graça, ou quase:

    Eu diria que isto é inevitável. Você chega pro titio, pergunta se a lojinha dele já tem site, ele diz que não, você diz que faz site, e oferece pra ele. É claro que ele aceita, mas é claro também que ele não vai querer te pagar. Dica? Faça! Você está começando, e se fizer bem feito, terá um site pra expor no seu futuro portfólio, e terá uma referência da sua pessoa na web. Eu já vendi muito mais sites através de outros sites que eu já fiz (e tem meu nome “no cantinho da página”) do que de porta em porta ou com meu próprio site.

    2 - Seu primeiro trabalho remunerado também pode acabar saindo de graça:

    Certo, você já tem seu primeiro site, e começam a aparecer os primeiros clientes “de verdade”. Você conversa com o cliente pelo MSN, combina um valor, faz o site, entrega, e o cara desaparece, sem te pagar nem um centavinho sequer… é, caro desenvolvedor, você provavelmente vai passar por isso, no entanto, fica a dica: não faça NADA sem receber uma entrada (não leve a frase pro lado malicioso). Cobre pelo menos (PELO MENOS) 20% do valor total do serviço ANTES de fazer um wireframe que seja. Essa história de “montar um layout de demonstração” é pura besteira. No momento em que você monta um layout, está trabalhando, e no momento em que está trabalhando, deverá ser pago por isso!

    3 - Alguém vai tentar te persuadir das mais loucas formas possíveis:

    Agora que você já tem seu primeiro trabalho feito de graça pro tio, e seu primeiro trabalho remunerado também feito de graça, um novo cliente aparece. Você faz o briefing com ele, combina tudo direitinho, e na hora que diz o valor do investimento pra ele ele cai da cadeira e fica te olhando como se você fosse um vampiro chupador de sangue. Mas em vez de te dizer que o preço está alto e que ele quer mais barato, ele começa a te persuadir. “Veja bem, este é só o primeiro, no próximo eu posso te pagar mais, que tal se eu te pagar X agora e no próximo serviço eu te pago os Y restantes?”, “Veja a possibilidade de crescimento que meu site vai lhe proporcionar!”, “Eu tenho muitos contatos, posso te conseguir mais um monte de serviços pra fazer!”, “Aqui no briefing está escrito ‘montagem de layout’, meu site não precisa disso. Se tirar isso, quanto fica o preço?”. Um vídeo que exemplifica estas situações pode ser visto aqui, e pode acreditar: alguém vai tentar te pegar com essas!

    4 - Alguém vai pensar que você está ganhando rios de dinheiro:

    Isso é mais comum de acontecer em cidade pequena e do interior, como é meu caso. Vai rolar um monte de histórias na cidade sobre os milhões que você guarda embaixo do colchão nos fundos de casa, sobre o pacto que você fez com o diabo pra se tornar o desenvolvedor mais rico e fodão do mundo, e essas histórias vão evoluindo até que estabelecimentos comerciais da cidade tentam te cobrar mais caro só por “sua cara”. Eu acho estas situações muito chatas. Me lembro de uma ocasião há um tempo atrás quando fui abordado por uma vendedora de cursos de línguas estrangeiras, que queria me vender um curso (caríssimo, diga-se de passagem), eu neguei (por causa do preço) e a malvada começou a me jogar indiretas do tipo “fdp pão-duro do car**lho”. Em cidade grande acho que isso não acontece, ainda bem.

    5 - Quando você estiver com vários clientes, e seu trabalho “bombando”, você vai pensar que é “o cara”, e que nada precisa melhorar:

    Isto acontece com todo mundo. Chega uma hora em que seu trabalho vai tão bem obrigado, que você pensa que está tudo perfeito e nada precisa ser melhorado, seja no seu processo de desenvolvimento ou na própria qualidade do seu trabalho. No meu caso isto aconteceu bem na época em que começou-se a mudar para os padrões web. Eu ainda nas minhas tabelinhas maravilhosas, achando que era o máximo só porque ia tudo muito bem com meu trabalho, mas sem perceber o quanto MELHOR podia ser. Nunca se esqueça que nesta área as coisas mudam muito rápido, e quem não se adapta é pego pela seleção natural…

    Estas foram as coisas que eu lembrei que me aconteceram, e provavalmente acontecem com quase todo mundo que começa no mercado web. Quais são os seus causos? O espaço de comentários está disponível, pode contar pra nós?

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    AperteF5 de volta e com novidades

    Não poderia deixar de fazer um post aqui avisando sobre a volta do nosso site parceiro, AperteF5, que volta agora com novas colunas, e mantendo algumas das antigas.

    Quero aproveitar este post para parabenizar o Rafael e demais parceiros e colaboradores do site por esta nova fase, além de explicar o porquê da saída de minha coluna “Garotos de programa“, a qual tive que deixar de escrever devido à pura falta de tempo.

    Tive que escolher entre manter a coluna “O mundo da maçã” ou “Garotos de programa” e, visto que já tenho este blog para falar sobre programação, resolvi manter “O mundo da maçã”, onde falo sobre, ermm…, o mundo da maçã :)

    Espero que continuem de olho, e continuem Apertando F5 (ou Command R) todos os dias!