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Screencaster podcast #9 - Evangelizando

Este podcast foi diferente dos últimos, pois não comentamos os últimos acontecimentos de tecnologia, falamos sobre assuntos um tanto polêmicos, tais como:

- Site em Flash, em AJAX? Ou site com Flash ou com AJAX?

- Um site que utiliza AJAX e/ou Flash pode ser acessível?

- Pragmatismo

- Quais as vantagens do desenvolvimento em camadas?

- Citamos algumas boas maneiras na hora de escrever códigos

- Falamos sobre semântica versus validação

- E também da nossa parceria com os amigos do Aperte F5

No próximo podcast queremos comentar os comentários de vocês, não deixem de comentar caso gostem ou caso tenham alguma idéia de assunto para ser tradado nos próximos.

Não deixem de votar no Screencaster para o Prêmio Podcast 2008, a votação acaba na próxima sexta (31/10). Para votar é só clickar no banner abaixo:

Prêmio Podcast  2008

Esperamos que gostem.

 
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Postado em: 25/10/2008 @ 12:10 por Guilherme Rambo. Você pode comentar ou enviar um trackback para este post.
6 comentários

Pronto, aprendi! Agora nunca mais vou usar outra tecnologia!

Imagem ilustrativa

Encontrei recentemente um post no blog de uma empresa de tecnologia, que - além da descrição de o que é Rails extraída da Wikipédia - contém os seguintes dizeres:

O **********(nome da empresa) esta se preparando para em breve disponibilizar sites desenvolvidos com Ruby On Rails, mais uma grande mudança na web,  com a chegada desta ferramenta ou as empresas se rendem a ela ou vão ser engolidas pela concorrência que vai desenvolver aplicações rapidamente e com qualidade e totalmente orientada a objetos.

O que há de errado nestes dizeres? Talvez nada, em termos técnicos. Mas o que me preocupa profundamente é a falta de pragmatismo de certos desenvolvedores (a maioria deles) atualmente. Então você ainda não entende e me pergunta “Mas qual é o problema afinal?”.

O problema é que li neste blog (de uma empresa, repito, empresa) um post dizendo coisas que se encaixam com meu pensamento de anos atrás, quando ainda era um jovem entusiasta de novas tecnologias. A questão aqui é que não existe bala de prata. Ok, o que quero dizer com não existe bala de prata?

Quero dizer que não existe nenhuma solução perfeita para todos os seus problemas, especialmente os tecnológicos. Aí é que se torna muito importante uma característica do programador pragmático: ter domínio sobre mais de uma linguagem/tecnologia e não se tornar refém ou dependente de qualquer framework ou linguagem de programação.

O que vemos por aí (como no caso citado acima), é que muitos desenvolvedores conhecem novas tecnologias e as usam apenas por “estarem na moda” ou por acharem que isso vai chamar a atenção dos seus clientes (o que não é verdade, diga-se de passagem). Utilizar uma solução simplesmente por “amor à camisa” não é a escolha mais inteligente a se fazer.

A escolha mais inteligente a se fazer é aquela que se encaixa melhor nos padrões do projeto no qual se irá trabalhar. Afinal, quem utilizaria ruby on rails para criar um site institucional para a padaria da esquina? Quem contrataria um servidor dedicado para servir um site que tem apenas 5 páginas e formulário de contato?

Nós, desenvolvedores, não podemos de forma alguma nos render à tecnologias que nós pensamos ser superiores ou que gostamos mais. Devemos sempre estar atentos ao mercado, à situação do projeto e principalmente às suas necessidades.

Eu, particularmente, acho Ruby uma linguagem muito boa sintaticamente, acho Python ainda mais elegante quando se fala em sintaxe. Já a sintaxe do PHP não me agrada tanto assim, o que não me impede de utilizá-la em projetos (aliás, PHP é a linguagem que mais usamos até agora em projetos da empresa). As duas primeiras linguagens que citei exigem um certo controle do servidor para que se possa fazer um deploy tranquilo e livre de excessos de burocracia. Já o PHP tem a grande vantagem de funcionar em, praticamente, qualquer shared host que vemos por aí, ou seja, mesmo eu achando super divertido desenvolver com Ruby on Rails ou Python, utilizo PHP em muitos projetos simplesmente porque é a solução mais adequada, dependendo do caso.

Mais uma coisa, caros programadores! Aprendam uma linguagem de programação nova por ano. Não precisa se tornar expert, nem sequer utilizá-la em algum projeto, mas aprenda! Cada linguagem nova traz uma bagagem de conhecimento que pode ser útil no seu dia-a-dia programando, seja qual for a linguagem. Aprenda até mesmo as mais malucas linguagens possíveis, como Brainfuck e Whitespace, por exemplo.

Vamos ser mais pragmáticos ;)

Postado em: 15/10/2008 @ 21:10 por Guilherme Rambo. Você pode comentar ou enviar um trackback para este post.
3 comentários

Screencaster podcast #4 - “Let’s rock, micreiros…”

Seguindo com nossos podcasts, desta vez fizemos algo especial: chamamos nada mais nada menos que a super Mulher Design para participar conosco :D. Brincadeiras à parte, neste podcast tivemos a participação de Cláudia Regina por Skype e Zenatuz por chat (o microfone dele deu pau).

Comentamos os seguintes acontecimentos:
- Spyware se disfarça de vídeo pornô do Barack Obama
- Windows Vista Toilet Edition (old)
- Torradeira imprime fotos e textos em pedaço de pão
- Google é processada no Rio Grande do Sul por comunidade ofensiva
- Lançamentos da Apple no evento “Let’s rock” da última terça-feira

Além de um ótimo bate-papo a respeito de:
- Adoção dos padrões web por parte dos desenvolvedores
- Micreiros/sobrinhos versus mercado web
- Vender sites sem ter portfólio
- Entre outros…

 
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O podcast ficou um pouco longo (~1h24min), mas vale a pena, o bate-papo foi muito divertido.

Até semana que vem!

[]’s

PS: Se você é menor de 18, pule a parte em que o André fala sobre chats de zoofilia ;)

Postado em: 13/09/2008 @ 13:09 por Guilherme Rambo. Você pode comentar ou enviar um trackback para este post.
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