Screencaster

Ruby on Rails #4 - Layouts e root_path

Imagem ilustrativa

Seguindo nossa série sobre Ruby on Rails, hoje vamos deixar nossa aplicação mais bonita, incluindo os cabeçalhos HTML e criando o nosso primeiro layout.

Também iremos remover a página de boas-vindas do Rails e substituíla pelo nosso controller de produtos, deixando nossa aplicação na raíz do servidor.

icon for podpress  Podcast Video [8:02m]: Download (377)

Para baixar o arquivo CSS que eu utilizei na nossa loja, clique aqui.

ERRATA: No podcast eu falo “na semana passada”. Ignorem esta frase, foi um lapso de memória :)

Qualquer dúvida/observação/sugestão, basta comentar.

Até a próxima!

Postado em: 13/11/2008 @ 11:11 por Guilherme Rambo. Você pode comentar ou enviar um trackback para este post.
Tem alguma dúvida? Comente!

Ruby on Rails #3 - O conceito de restful rails

Imagem ilustrativa

Este episódio da nossa série poderá ser ao mesmo tempo confuso para alguns, mas esclarecedor para outros. Não se preocupem, qualquer dúvida é só perguntar nos comentários do post.

Basicamente nesta terceira parte eu explico para vocês o que é e como funciona o REST no Rails, e como tornar nossas aplicações restful. Também mostro o nosso arquivo routes.rb, que é muito útil quando precisamos mudar o modo como nossa aplicação lida com URLs.

icon for podpress  Podcast Video [5:51m]: Download (244)

Espero que gostem, qualquer dúvida/comentário/sugestão, basta comentar.

Postado em: 11/11/2008 @ 14:11 por Guilherme Rambo. Você pode comentar ou enviar um trackback para este post.
3 comentários

Ruby on Rails #2 - Primeiro controller e primeiras views

Imagem ilustrativa

Seguindo com nossa série sobre Ruby on Rails, nesta segunda parte iremos:

- Criar nosso primeiro controller

- Criar uma listagem de produtos

- Criar uma página para detalhes do produto

icon for podpress  Podcast Video [8:28m]: Download (127)

O vídeo está bem interessante e vamos avançando devagar para que todos aprendam direitinho os mistérios do Rails ;)

Já vou adiantando que esta semana já irão sair outras partes da série, fiquem de olho e assinem nosso feed.

Postado em: 08/11/2008 @ 17:11 por Guilherme Rambo. Você pode comentar ou enviar um trackback para este post.
Apenas um comentário

Ruby on Rails #1 - Introdução, models, migrations e console interativo

Imagem ilustrativa

Finalmente consegui começar esta série que sempre quis fazer aqui no Screencaster: uma série de vídeo-tutoriais de Ruby on Rails.

Nesta série iremos desenvolver uma aplicação completa (não é um blog, viu?) e aprender as principais características do framework, bem como algumas coisinhas extras como utilização de AJAX com Ruby on Rails, deploy das nossas aplicações, entre outros.

icon for podpress  Podcast Video [9:00m]: Download (188)

Esta primeira parte foi bem leve, afinal trata-se de uma introdução. Começando nosso sistema de loja eu apenas criei um model de produtos e uma migração para trabalhar nosso banco de dados. Espero que todos aproveitem esta série, qualquer sugestão, dúvida, ou apenas se quiser falar alguma coisa, comente ;)

O podcast desta semana não foi ao ar devido a um problema técnico (e bota problema nisso), pois tivemos a participação do nosso colega Rafael do Aperte F5 via Skype e devido à um problema na gravação não tivemos como publicar o podcast. Mas se tudo der certo o próximo podcast estará indo ao ar na segunda-feira.

Até mais!

Postado em: 05/11/2008 @ 20:11 por Guilherme Rambo. Você pode comentar ou enviar um trackback para este post.
3 comentários

Pronto, aprendi! Agora nunca mais vou usar outra tecnologia!

Imagem ilustrativa

Encontrei recentemente um post no blog de uma empresa de tecnologia, que - além da descrição de o que é Rails extraída da Wikipédia - contém os seguintes dizeres:

O **********(nome da empresa) esta se preparando para em breve disponibilizar sites desenvolvidos com Ruby On Rails, mais uma grande mudança na web,  com a chegada desta ferramenta ou as empresas se rendem a ela ou vão ser engolidas pela concorrência que vai desenvolver aplicações rapidamente e com qualidade e totalmente orientada a objetos.

O que há de errado nestes dizeres? Talvez nada, em termos técnicos. Mas o que me preocupa profundamente é a falta de pragmatismo de certos desenvolvedores (a maioria deles) atualmente. Então você ainda não entende e me pergunta “Mas qual é o problema afinal?”.

O problema é que li neste blog (de uma empresa, repito, empresa) um post dizendo coisas que se encaixam com meu pensamento de anos atrás, quando ainda era um jovem entusiasta de novas tecnologias. A questão aqui é que não existe bala de prata. Ok, o que quero dizer com não existe bala de prata?

Quero dizer que não existe nenhuma solução perfeita para todos os seus problemas, especialmente os tecnológicos. Aí é que se torna muito importante uma característica do programador pragmático: ter domínio sobre mais de uma linguagem/tecnologia e não se tornar refém ou dependente de qualquer framework ou linguagem de programação.

O que vemos por aí (como no caso citado acima), é que muitos desenvolvedores conhecem novas tecnologias e as usam apenas por “estarem na moda” ou por acharem que isso vai chamar a atenção dos seus clientes (o que não é verdade, diga-se de passagem). Utilizar uma solução simplesmente por “amor à camisa” não é a escolha mais inteligente a se fazer.

A escolha mais inteligente a se fazer é aquela que se encaixa melhor nos padrões do projeto no qual se irá trabalhar. Afinal, quem utilizaria ruby on rails para criar um site institucional para a padaria da esquina? Quem contrataria um servidor dedicado para servir um site que tem apenas 5 páginas e formulário de contato?

Nós, desenvolvedores, não podemos de forma alguma nos render à tecnologias que nós pensamos ser superiores ou que gostamos mais. Devemos sempre estar atentos ao mercado, à situação do projeto e principalmente às suas necessidades.

Eu, particularmente, acho Ruby uma linguagem muito boa sintaticamente, acho Python ainda mais elegante quando se fala em sintaxe. Já a sintaxe do PHP não me agrada tanto assim, o que não me impede de utilizá-la em projetos (aliás, PHP é a linguagem que mais usamos até agora em projetos da empresa). As duas primeiras linguagens que citei exigem um certo controle do servidor para que se possa fazer um deploy tranquilo e livre de excessos de burocracia. Já o PHP tem a grande vantagem de funcionar em, praticamente, qualquer shared host que vemos por aí, ou seja, mesmo eu achando super divertido desenvolver com Ruby on Rails ou Python, utilizo PHP em muitos projetos simplesmente porque é a solução mais adequada, dependendo do caso.

Mais uma coisa, caros programadores! Aprendam uma linguagem de programação nova por ano. Não precisa se tornar expert, nem sequer utilizá-la em algum projeto, mas aprenda! Cada linguagem nova traz uma bagagem de conhecimento que pode ser útil no seu dia-a-dia programando, seja qual for a linguagem. Aprenda até mesmo as mais malucas linguagens possíveis, como Brainfuck e Whitespace, por exemplo.

Vamos ser mais pragmáticos ;)

Postado em: 15/10/2008 @ 21:10 por Guilherme Rambo. Você pode comentar ou enviar um trackback para este post.
3 comentários